Por que começar com Lemonade? Ahhh sei lá, esse álbum foi tão polemico que acho que vale a pena começar com ele. Bom então vamos lá; Primeiro eu amo esse álbum e odeio ao mesmo tempo pelo simples fato de Sra Knowless Carter mais conhecida como Beyonça, se rendeu ao capitalismo e passou a segregar a distribuição do álbum, limitando o mesmo apenas as vendas físicas, digitais e o único serviço de streaming que tem o seu álbum de forma exclusiva é o Tidal (ughh) que é o serviço do seu marido Shawn “JayZ” Carter.
Bom sempre fui muito fã de tudo que Beyonce lançava desde a época das Destiny’s Child, mas vou confessar que sinto falta do R&B dançante que era a cara do grupo e da cantora no início e meados dos anos 2000. Mas acredito ainda que a Beyonce sozinha foi perdendo a essência do R&B dançante e migrando um pouco para o Pop, se misturando com o Rap e o Hip Hop e até mesmo um pouco do Soul e R&B mais puro, porém acho que faltou farofa.
Sério eu amo música de bater cabelo, de balançar os ombros, de imitar a Queen Latifah no ar e ainda fazer a linha Diva. Quem nunca segurou aquela vontade de sair sacolejando o esqueleto dentro do ônibus ou metrô indo para o trabalho ou voltando pra casa? Enfim isso morreu um pouco desde o álbum Beyonce, que na minha opinião a única música farofa foi lançada na versão estendida do álbum 1 ano depois pelo nome de 7/11.
E Lemonade não é muito diferente disso, tirando pela faixa Formation que tem ali um pouco de dança, as outras faixas são puro Soul, R&B cru e Jazz, e isso é bom, sim claro que é bom, talvez grande parte do grande público de Beyonce tenha crescido e hoje querem uma sonoridade mais tranquila; Só que eu NÂO, eu quero farofaaaaa meu bem, quero ralar o coo no chão, bem barbiezinha.



Confesso que amo Hold Up e a canção me pegou de jeito desde que foi lançada junto com o álbum, e passei a gostar de Sorry porque a MTV não para de passar a música.  Don’t Hurt Yourself foi uma música que me conquistou pelo apelo visual do clipe e isso fez com que eu ficasse com ela dias na cabeça, mas já passou.  De resto eu já não gosto mais de nenhuma. Tentei juro que tentei.
Bom Lemonade foi o pior álbum em vendas de Beyonce vendendo apenas 1.500.000 cópias nos EUA e 300.000 cópias no Reino Unido. Ficando com as vendas no mercado americano empatado com o álbum 4, porém nas vendas no Reino Unido o resultado foi pior.
Acho que você precisa escutar o álbum, só não vou deixar a playslist do Spotify aqui porque a Sra Beyonça decidiu não disponibilizar o álbum por lá, na verdade em nenhum serviço de streaming, além do queridinho dos artistas americanos que se chama Tidal.

Um beijo para todos e até a próxima.



É meio irônico eu escolher a Taylor Swift como a primeira artista do dia do Blog, mas te digo que não foi por escolha viu, foi porque eu estava aqui na minha assistindo MTV Hits e de repente começou a passar o clipe de Bad Blood, então eu decidi começar com ela.
Ela que é uma das artistas que eu mais admiro e mais tenho apreço. Não apenas por ela ser a nova princesinha da América, mas por eu já ter acompanhado bastante seu trabalho e por saber muito sobre sua carreira.
Não sei se já te contaram, mas Taylor Alison Swift, mais conhecida apenas como Taylor Swift iniciou sua carreira como uma cantora de country bem comum (ordinary country girl), naquela época eu não enxergava tudo que ela é hoje em dia, juro que não via tudo isso nela. Primeiro porque eu não sou um amante da música country, pelo contrário eu tenho uma boa aversão a esse tipo de música, porém eu consigo escutar uma música ou outra, e nessas de escutar uma música ou outra eu escutei “Teardrops On My Guitar” passando no canal extinto MTV Hits (diga se de passagem o melhor canal de música que já passou no Brasil).
Era uma baladinha bem gostosa e meio romântica, e na época eu acabei me interessando propriamente pela cantora que cantava essa música; uma menina loura de cabelos de cacheados e carinha de Lolita, que conjunto de sucesso! Bom não demorou para a música fazer um baita de um sucesso e estourar nas paradas “Americanas”, isso mesmo, somente lá que a música teve a oportunidade de bombar já que aqui no Brasil ela pouco deu as caras e mesmo assim muito tempo depois de começar a tocar por lá. Should’ve Said No então essa quem não é fã, provavelmente nem conhece, pois ela não passou por aqui também, isso era um defeito que tinha aqui no nosso pais e as nossas gravadoras.
 

Nesse primeiro momento ela até teve uma boa performance com seu álbum de estreia o homônimo Taylor Swift. Ela até foi indicada como New Artist no Grammy de 2008, mas não foi dessa vez que ela ganhou um Grammy, e falando em premiações foi em 2009 que Taylor Swift protagonizou a primeira de suas maiores tretas da música, que foi simplesmente ganhar o premido de Best Female Video do Video Music Awards da MTV e no momento que ela recebe o prêmio, ela é interrompida pelo rapper Kanye West que afirma que Beyonce deveria ganhar o prêmio ao invés de Taylor. Bom o shade ficou no ar e desde então as coisas entre eles nunca foi assim tão normal, pois até hoje os dois geram boas tretas.
Conforme ela foi evoluindo musicalmente, era notória sua queda para o estilo Pop, pois no seu segundo álbum Fearless ela lançou o single You Belong With Me, que é uma baladinha bem pop e que mostra bem o caminho que a cantora está se direcionando. Os outros 4 singles lançados do álbum foram bem country e o que mais fez sucesso foi a romântica Love Store, musica essa que eu sempre imaginava ela e Taylor Lautner (seu namorado na época), em cenas de amor devido a letra da música.



“Speak Now” foi o álbum que eu menos curti e soube algo dele, tirando pelo single “Mine” que até fez um pouco de sucesso, mas eu não curti muito assim, eu curto essa música muito mais hoje. Seguindo em 2012 Taylor lançou o álbum “RED”, que teve muito mais influência Pop, com os hits “We Are Never Ever Getting Back Together”, “I Knew You Were Trouble”, e “22” que são bem Pop do que normalmente um artista country grava.
Rainha das tretas e das desilusões amorosas, ela consegue hinos para a cena Pop, mas também coleciona haters, devido a outras tretas que entra contra algumas outras artistas, como Katy Perry por exemplo. Ahhh não podemos esquecer da sua vasta lista de ex namorados, ual ela realmente sabe ser uma boa pegadora ein. A maior crush que você pode respeitar.



Por fim nesses três últimos anos eu simplesmente me apaixonei por Taylor Swift, a ponto de realmente estar muito confiante de que ela possa vir ao Rock In Rio, e isso se deu graças ao seu álbum “1989”, que é o álbum mais Pop da cantora, tão Pop que rendeu a mesma indicações em categorias Pop no Grammy e não mais Country como antes era indicada.
“Style” e “Out Of The Woods” são os meus singles preferidos, mas eu joguei muito shade em crush com “Blank Space”, e escutei muito também “New Romantics” que é uma baladinha deliciosa. Agora nem só de amores vive meu relacionamento intimo com Dona Swift, já que a mesma decidiu tirar seus álbuns do Spotify por causa de uma birrinha tipica de garota mimada, coisa que só a Apple foi capaz de fazer suas vontades, porém a galera do Spotify cagou. Então eu fico aqui torcendo para ela alcançar a maturidade logo. 
Então vocês perceberam que o post de artista do dia tem muito a ver com como o artista mexe com a minha vida, não é? Ótimo pelo menos a leitura é diferente do que você encontra por exemplo no wikipedia.org.
Beijos seus lindos e até a próxima.

Umas das coisas mais engraçadas desse momento é me ver voltando a escrever em um blog. Bom vou começar desde o início explicando a minha experiência na blogesfera. Tudo começou ainda em meados nos anos 2000, quando eu decidi criar uma rádio online, e de repente não seria apenas uma rádio online, porém também um blog com conteúdo daquilo que eu ia tocar na rádio. Como eu sempre fui fissurado por música e sempre gostei muito do formato de rádio, onde você escuta a música que você curte e ainda pode ter um locutor falando as notícias do mundo da música e ainda interagindo contigo, porém na minha web radio não era bem assim, pois eu não tinha equipamentos para poder ser um locutor da rádio, o máximo que eu podia fazer era organizar as músicas e nos posts do blog criar a interatividade com o público. E meio que me frustrei com o fato do público não chegar assim tão facilmente ao meu conteúdo, sei que no mundo muita gente adora ler sobre música, mas não são as pessoas que me rodeiam. E assim eu ainda muito jovem e sem experiência de nada com a internet decidi desistir e tentar fazer outra coisa.
Claro que com o tempo eu ia acompanhando muitos blogs de diversos assuntos, e sempre lia de maneira despretensiosa os posts, sempre me vendo do outro lado do texto, como aquele que forma o contudo e não como quem absorve. Bom com isso eu decidi portanto junto com meu ex-namorado criar um blog para falar de diversos assuntos que ambos dominavam na época, porém como era algo meio que sem um conteúdo focado eu via meu blog como uma espécie de Copy & Paste e nunca conseguia criar um conteúdo, sem ter que copiar de uma outra fonte ou tradução de alguma matéria internacional. Ver meu trabalho dessa maneira foi péssimo, então eu decidi parar com o blog e fiquei em Hiato no mundo dos blogs e decidi focar no meu Vlog do Youtube, o Phillipe Martins Vlog, porém mais uma vez me vi em um canal que usaria para falar da minha vida e também de alguns assuntos polêmicos.
Mas aí vem a pergunta; Quem se importa com a minha vida? E será que mais alguém se importa com o que tenho a dizer?
Essas e muitas outras perguntas vivem na minha cabeça, porém uma coisa eu tenho certeza, fazer um blog de música, seria uma forma de eu escrever tudo aquilo que eu vou absorvendo do mundo da música porém eu não boto pra fora, então decidi colocar pra fora aqui, e se ninguém ler, eu não vou me importar, pois aqui mesmo que publicamente exposto a todos, isso aqui é o meu mundo particular. Le quem quer, quem não quer não é obrigado, mas pelo menos eu escrevi aquilo que eu estava sentindo no momento, aquilo que eu estava conhecendo naquele momento e ficará eternizado aqui pra mim.

Então você que está lendo e chegou até aqui, seja bem-vindo a Pastilha Musical, com doses diárias de notícias da música, espero que você tenha uma cabeça louca que nem a minha para entender pelo menos, ao menos o que estou tentando dizer aqui.

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Beijos e até mais.